Relator das ações ligadas à Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin deve decidir nos próximos dias se autoriza ou não a ida do ex-ministro Geddel Vieira Lima para o regime semiaberto.

Condenado a 14 anos e 10 meses no caso do bunker de R$ 51 milhões, Geddel obteve manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao pedido para cumprir pena no semiaberto, que permite trabalhar ou estudar fora da unidade prisional de dia e retornar à noite.

Para a PGR, o ex-ministro completou 29 meses na prisão e ganhou direito a progredir de regime. Ontem, os autos conclusos foram remetidos a Fachin, que só aguardava o parecer da PGR para apresentar o veredito.

Apesar dos sinais de que vai deixar o regime fechado em breve, ele dificilmente terá a pena reduzida pelo STF por trabalhar e estudar na Papuda. A posição da Corte é que, de início, cabe à Vara de Execuções Penais analisar pedidos do tipo.

Geddel está desde dezembro no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.

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Sobre o Autor

Ex-vereador e Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Jacobina, Carlos de Deus é formado em Administração de Empresas pela Universidade Norte do Paraná. Diretor-presidente do jornal Tribuna Regional e do site TrAgora.

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