A deputada federal Professora Dayane Pimentel se recusou a comentar sobre a briga entre o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, e o presidente Jair Bolsonaro que ameaça deixar o partido. Na última semana, Bolsonaro disse que Bivar estava “queimado pra caramba” e, nesse último sábado (12), defendeu abrir a ‘caixa-preta’ do PSL e cobrou transparência sobre o fundo partidário com auditoria externa nas contas do partido.

A presidente estadual do PSL disse, em nota, que “somente irá posicionar-se sobre essa questão referente ao presidente Jair Bolsonaro e ao PSL quando houver uma movimentação oficial ou uma declaração oficial do presidente da República”. Dayane salientou ainda que “é tempo de acalmar os ânimos”.

No entanto, ela e mais outros 33 parlamentares do partido assinaram, em 7 de setembro, um abaixo-assinado que cobra “novas práticas” de Bivar. Nos bastidores, a informação é de que Bolsonaro estaria apenas buscando medidas judiciais para deixar o partido e se desvincular da legenda acusada de supostas irregularidades cometidas com candidaturas laranjas de mulheres em Minas Gerais e Pernambuco.

Na esfera federal, o PSL elegeu à reboque de Bolsonaro, quatro senadores e 52 deputados federais, entre elas a própria Dayane. Já na Bahia, o partido presidido por ela, possui ainda três deputados estaduais: Capitão Alden, Pastor Tom e Talita Oliveira (PSL).

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