A cúpula do DEM quer manter o partido distante da crise entre o presidente Jair Bolsonaro e sua sigla, o PSL. A estratégia é evitar que a “confusão” provocada pelo chefe do Palácio do Planalto afete a legenda que é comandada nacionalmente pelo prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM).
A avaliação dentro da legenda é de que Bolsonaro quer o “controle do PSL” e prova disto é a articulação para colocar o seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, como líder do PSL na Câmara. Neste sentido, segundo os aliados, Bolsonaro “vai tentar matar politicamente” o presidente do PSL, Luciano Bivar.
Fontes do DEM entendem que a operação da Polícia Federal contra Bivar foi orquestrada pelo Palácio do Planalto para enfraquecer o ainda correligionário. Se perder a queda de braço, a tendência é o presidente da República deixar a sigla.
Caso Bolsonaro deixe a legenda, os democratas cogitam uma fusão com o PSL, pois, há uma “disposição de concentrar” com os aliados de Bivar. “Mas temos que esperar essa lambança. É esperar o mar pegar fogo para comer o peixe fresco”, disse um democrata, sob condição do anonimato.
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Sobre o Autor

Ex-vereador e Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Jacobina, Carlos de Deus é formado em Administração de Empresas pela Universidade Norte do Paraná. Diretor-presidente do jornal Tribuna Regional e do site TrAgora.

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