Ao deixar de punir o general Eduardo Pazuello por participar de um ato político com o presidente Jair Bolsonaro, o Exército reacendeu no Congresso articulações para acelerar a tramitação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que proíbe a atuação de militares da ativa no governo. Apresentada no ano passado pela deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), a proposta impõe limites para a participação de oficiais em cargos de natureza civil no governo federal e em gestões estaduais e municipais. A reportagem é do jornal “O Globo”.

Até sexta-feira, a PEC contava com 80 das 171 assinaturas necessárias para ser encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça. Quando o Exército informou na última quinta-feira que não iria punir o ex-ministro da Saúde, lideranças de partidos como DEM, PSDB, MDB e PL manifestaram apoio à proposta da deputada. Por enquanto, os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), permanecem em silêncio sobre o caso.

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