Antes de ser obrigado a demitir Roberto Alvim da Secretaria Especial da Cultura pelo pronunciamento nazista, Jair Bolsonaro já havia sido alertado sobre o perfil do dramaturgo.

De acordo com informações da coluna de Anselmo Gois, no jornal O Globo, Osmar Terra, ministro da Cidadania, pasta à qual a Cultura já foi subordinada, avisou ao presidente sobre as características de “desagregação” e os sinais de “perturbação mental” do ex-secretário.

À época, no entanto, Bolsonaro, decidiu manter Alvim no governo. Terra, por sua vez, pediu ao governo ao menos que a secretaria não ficasse mais em seu ministério. Segundo a publicação, a pasta acabou indo para o Ministério do Turismo, mas o presidente chegou a cogitar jogar Roberto Alvim sob a responsabilidade de Damares Alves, ministra da Mulher e dos Direitos Humanos.

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Sobre o Autor

Ex-vereador e Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Jacobina, Carlos de Deus é formado em Administração de Empresas pela Universidade Norte do Paraná. Diretor-presidente do jornal Tribuna Regional e do site TrAgora.

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