O procurador-geral da República Augusto Aras, e o advogado-geral da União, André Mendonça, estão na disputa para ocupar a vaga do ministro do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, que anunciou sua aposentadoria para 5 de julho.

De acordo com o jornal Estadão, os dois já mostram sinais de agrado ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Tanto Aras quanto Mendonça, adotaram medidas contra o ato do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de proibição de cultos religiosos no período da pandemia.

Segundo a publicação, Aras é avaliado como um bom nome, mas não é evangélico. Já Mendonça é tido como da “cota pessoal” do presidente e tem o respeito de líderes evangélicos.

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