O Senado aprovou, nesta quinta-feira, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que autoriza o retorno do pagamento do auxílio emergencial. Apesar da aprovação, a PEC ainda vai precisar percorrer um longo caminho até se concretizar em dinheiro nas mãos dos brasileiros.

O projeto agora vai para a análise da Câmara dos Deputados, onde vai ser votado também em dois turnos. Se houver alterações, o texto vai precisar retornar para o Senado e só depois segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O calendário e os valores só serão definidos pelo governo federal. Pela proposta, o benefício deve ser de R$ 250, mas o Planalto estuda o pagamento em quatro parcelas variáveis de R$ 125, R$ 150 ou R$ 175. Para mulheres chefe de família, o valor a ser pago pode ser de R$ 375. O mais provável é que o pagamento dure de março a junho.

A quantidade de beneficiários também não está clara, mas deve atender um número menor de pessoas em relação a primeira rodada do ano passado. Especula-se que o valor seria pago a 40 milhões, ante 68 milhões que receberam em 2020.

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