Por APLB Caém
O prefeito de Caém protocola pela 3º vez manifestação pedindo para se retirar do acordo firmado com os trabalhadores da educação. Mesmo depois de ter aprovado a Lei municipal nº 574 (Dez. 2018) que regulamenta e cria os parâmetros para o pagamento do precatório aos trabalhadores, bem como estabelece os valores a serem mantidos em conta e ter assinado acordo com a categoria e protocolado na justiça (Mar. 2019), o prefeito mesmo amparado por toda essa legalidade e diante da decisão da Justiça Federal que tornou sem efeito os pareceres do TCU (Tribunal de Contas da União), reitera seu pedido de desistência do acordo que tramita no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, alegando não ter mais recurso para pagar o que havia garantido e acordado aos servidores.
Segundo Nicolau Maquiavel (2015, p, 46) “[…] os homens, quando recebem o bem de quem acreditavam que receberiam o mal, submetem-se mais ao seu benefício”. Porém como age o povo quando recebe o mal de quem esperava receber o bem? Esta é uma boa reflexão para os que governam ou querem se tornar governantes!

Faixa crítica ao prefeito é colocada na sede da APLB

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