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‘Somos contra a teoria do empoderamento’, afirma presidente do PSTU

TRagora 6 anos atrás

Facilmente atribuída a partidos da esquerda, a teoria do empoderamento não é uma pauta defendida pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). A presidente da legenda e pré-candidata ao Planalto, Vera Lúcia, explicou que o movimento representa mais uma forma de dividir os trabalhadores.

“Somos contra a teoria do empoderamento. O movimento nega a luta de classes e entendemos que a luta contra a opressão, por si só, precisa acabar porque nos divide”, explicou a dirigente. Empoderar é o termo utilizado pelos movimentos sociais que procuram dar poder a setores da sociedade que alegam não ter visibilidade.

Apesar de não defender a pauta do empoderamento isoladamente, a presidente do PSTU lembra que o grupo enfrenta o machismo como forma também de subverter o capitalismo: “A luta contra a exploração capitalista necessariamente precisou se unir contra a luta contra a opressão. O machismo divide a classe trabalhadora e, por essa razão, o PSTU leva muito a sério o debate de luta contra toda forma de opressão”.

No Brasil, das seis candidaturas ao governo do Estado do grupo, quatro são nomes de mulheres. “No Rio de Janeiro temos uma mulher negra da periferia e acreditamos que isso é um gesto importante”, exemplificou Vera Lúcia.

Sobre a pressão que a chapa petista do governador Rui Costa passou para incluir uma mulher na majoritária, Lúcia declara que fatos como a exclusão da senadora Lídice da Mata (PSB) não preocupam a classe trabalhadora. “O que mais nos preocupa e preocupa os trabalhadores, eu tenho certeza, não é se uma chapa é composta por um homem ou uma mulher. Mas sim se a gente consegue representar os problemas dos 27 milhões de desempregados do país”, completou.

 

 

Fonte: BN

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