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Otto foi cotado como vice de Alckmin, diz Coronel

TRagora 6 anos atrás

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ângelo Coronel (PSD), deu detalhes sobre as conversas que levantavam o nome de Otto Alencar (PSD) como pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições desse ano. Em entrevista à Tribuna, ontem, o senador confirmou que chegou a pensar na possibilidade de entrar na disputa ao Palácio de Ondina, repetindo o movimento feito por Lídice da Mata (PSB), em 2014. “Eu nunca me coloquei como candidato. Se eu quisesse me colocar como candidato ao Governo, o momento mais confortável seria agora, porque eu não teria nada a perder. Se perdesse, ainda teria mais quatro anos como Senador. Foi o movimento que a senadora Lídice fez em 2014. Eu tenho partido e tenho base”, declarou o presidente do PSD na Bahia ao jornal.

“Otto é uma grande liderança e ele está apto a disputar qualquer eleição majoritária na Bahia”, diz Coronel. O deputado estadual revela que Otto, inclusive, chegou a ser cotado para entrar na majoritária nacional do PSDB, como vice de Geraldo Alckmin. “Poderia ter sido agora, mas nós temos um acordo. O PSD está marchando na eleição de Rui, mas inclusive tenho amigos que mandaram eu fazer convite a Otto para fechar parte da chapa a vice-presidente da República no grupo de Alckmin. Mas Otto é fiel aos seus princípios e já tinha optado a marchar na eleição de Rui”, explica o presidente da Alba.

Ainda na entrevista, Otto confirmou que o deputado Davidson Magalhães (PCdoB) é um dos nomes fortes para ser suplente de Coronel na chapa ao Senado. “O governador está decidindo isso. O nome de Davidson é muito bem-vindo. Até porque nós do PSD temos tido uma ótima relação com o PCdoB. Temos uma interface muito grande desde 2010. Em 2016, o primeiro partido a apoiar Alice Portugal fomos nós. Temos uma simpatia muito grande e uma relação política melhor ainda. Então, se for ele ficaremos muito bem contemplados. É uma indicação de peso para ajudar Coronel”, disse o senador. Coronel afirma que gostaria de ter o comunista como seu suplente, mas que ainda é uma possibilidade em aberto. “Quem decide quem estará na suplência é o governador, que quer contemplar todos os partidos que estão na chapa proporcional. Davidson é um bom nome e, caso não seja ele, deverá ser um nome que contemple o arco de alianças”, analisa.

Pessedista defende Wagner à Presidência

O presidente da Alba também exalta a possível candidatura do ex-governador Jaques Wagner para a Presidência da República. Nos últimos dias, o nome do petista começou a circular no meio político como o favorito do ex-presidente Lula para substituí-lo no pleito caso seja impedido pelo Tribunal Superior Eleitoral a se candidatar com base na Lei da Ficha Limpa.

“O Wagner, se o Lula não puder se viabilizar, é o nome mais forte. Com certeza irá ao segundo turno, provavelmente, com Jair Bolsonaro. Ele [Wagner] será vitorioso, porque é uma pessoa boa de diálogo, tem um bom relacionamento com os Congressistas. No Brasil, não podemos ter radicalismo, nem de esquerda e nem de direita”, analisa Coronel, que também fala sobre a possibilidade de Lídice voltar a ser candidata ao Senado pelo grupo de Rui.

“E quanto ao apoio, caso Wagner saia, que venha a ser Lídice da Mata, nosso partido dará apoio a ela na mesma proporção que ela nos der”, diz, sucinto. Lídice e Coronel travaram uma batalha velada nos últimos meses pela vaga na chapa majoritária de Rui. A senadora foi convencida pelo grupo a sair como candidata a deputada federal.

Fonte: Henrique Brinco Tribuna da Bahia

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