O governo Bolsonaro está avaliando como vai resolver a possível demissão dos cerca de 40 mil servidores caso a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) seja privatizada. Segundo informações da coluna Painel da Folha de S.Paulo, em conversas reservadas, executivos de empresas privadas relataram que fariam o mesmo serviço com praticamente a metade do quadro atual de 100 mil funcionários.

Outra situação que complica ainda mais a situação é o passivo de cerca de 11 bilhões deixado pelos governos passados no fundo de pensão Postalis e de R$ 3 bilhões no plano de saúde dos funcionários.

Ainda de acordo com a coluna, o governo avalia como tapar o rombo e honrar o pagamento dos que ainda vão se aposentar. Uma das opções é descontar do valor a receber, mas isso será definido no desenho da venda. Dada a complexidade e o impacto do tema, a data prevista para a apresentação do formato de privatização ficou para o fim de 2021.

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Sobre o Autor

Ex-vereador e Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Jacobina, Carlos de Deus é formado em Administração de Empresas pela Universidade Norte do Paraná. Diretor-presidente do jornal Tribuna Regional e do site TrAgora.

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