Quinze pessoas são suspeitas de fazer parte do grupo que atuava em Feira de Santana há pelo menos 20 anos. Seis foram presas durante cumprimento de mandado de prisão preventiva.
A esposa e filho do deputado estadual Binho Galinha, investigado por suspeita de chefiar uma milícia ligada à agiotagem e outros crimes em Feira de Santana, foram presos na quinta-feira (7). As prisões ocorreram durante o cumprimento de mandados de prisão preventiva pela Polícia Federal e pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).
A esposa do parlamentar foi identificada como Mayana Cerqueira da Silva, de 43 anos, e o filho como João Guilherme Cerqueira da Silva Escolano, de 18.
O parlamentar não foi preso, por causa do direito ao foro privilegiado. Ele informou que está à disposição da Justiça e que os fatos serão esclarecidos. Além disso, afirmou que as atividades legislativas seguirão sem alterações nos próximos dias
A esposa e o filho de Binho passaram por audiência de custódia em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Mayana teve prisão convertida para domiciliar, porque tem uma filha ainda criança. João Guilherme teve a preventiva mantida e foi encaminhado para o presídio em Salvador.
O advogado Rafael Esperidião, que atua na defesa de Mayana e João Guilherme, informou que vai ambos estão á disposição da Justiça para colaborar com o que for necessário. [Veja nota na íntegra ao final da matéria]
Além dos familiares do suspeito, três policiais militares que formavam o “braço armado” da milícia estão entre os presos, mas não tiveram os nomes divulgados. Eles estão na Coordenadoria de Custódia Provisória. As informações são da TV Bahia e TV Subaé.

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