Se os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já assustaram no ano passado, quando se mostrou que a diferença salarial entre negros e brancos era de 45%, saber que, em se tratando de ensino superior, essa discriminação persiste em 31%, assusta igualmente.

Os cálculos são do Instituto Locomotiva e demonstram que, ao isolar todas as demais variáveis, o que implica nessa diferença é a cor da pele.

“Trata-se de uma desigualdade persistente que só pode ser explicada pelo racismo estrutural. Por um lado, ele se expressa no preconceito racial. Por outro, no maior capital social dos brancos”, afirmou Renato Meirelles, presidente do Locomotiva.

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Sobre o Autor

Ex-vereador e Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Jacobina, Carlos de Deus é formado em Administração de Empresas pela Universidade Norte do Paraná. Diretor-presidente do jornal Tribuna Regional e do site TrAgora.

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