O presidente Jair Bolsonaro (PSL) cogitou aceitar o dinheiro oferecido pelo G7 — grupo de países mais ricos do mundo — para combater os incêndios na Amazônia caso o presidente francês, Emmanuel Macron, peça desculpas por tê-lo chamado de mentiroso em relação à política ambiental brasileira.
A posição de Bolsonaro é um recuo diante da postura oficial divulgada pelo Palácio do Planalto na noite dessa segunda-feira (26/08/2019). “Primeiro ele [Macron] retira, depois oferece [ajuda], daí eu respondo”, comentou, ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta terça-feira (27/08/2019).
“Primeiramente, o senhor Macron deve retirar os insultos que fez à minha pessoa. Depois, informações que eu tive, de que nossa soberania está em aberto na Amazônia. Então, realmente, para conversar ou aceitar qualquer coisa da França, que seja das melhores intenções possíveis, vai ter que retirar essas palavras e daí a gente pode conversar”, argumentou.
O presidente se recusou a comentar as perguntas sobre a ironia feita sobre a imagem da primeira-dama Brigitte Macron. “Eu não botei aquela foto. Alguém botou a foto lá e eu falei para ele não falar besteira”. O presidente brasileiro reagiu a uma mensagem que comparava Brigitte à brasileira Michelle Bolsonaro. A francesa tem 66 anos e a brasileira, 37.
Metrópoles
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Sobre o Autor

Ex-vereador e Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Jacobina, Carlos de Deus é formado em Administração de Empresas pela Universidade Norte do Paraná. Diretor-presidente do jornal Tribuna Regional e do site TrAgora.

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