Com o pedido de prisão em aberto, só restava uma oportunidade para a polícia, juntamente com a justiça consolidar o processo culminado nesta terça-feira, depois que um membro da família denunciou o mesmo ao Ministério Público, informou o delegado titular de Capim Grosso Eugênio. “Recebemos informações que ele saiu com uma filha e uma neta desse membro da família, levando essa pessoa a procurar o Ministério Público, certamente com receio por conta do crime que ele praticou aqui em Capim Grosso”, disse o delegado.

O chefe da PC falou ainda sobre outro membro da família que teria repassando o número do telefone de Rafael indicando que ele estava trabalhando em uma fazenda, onde supostamente foi preso pela polícia de Miranorte, com informações repassadas imediatamente para a delegacia de Capim Grosso.

Quanto ao processo de transferência de Rafael para Capim Grosso, o delegado informou que esse é um trabalho que é feito pela POLINTER, assunto que será trabalhado pela polícia, num processo que poderá demorar alguns dias, mas para o delegado o importante é que Rafael está preso e a polícia com a missão do dever cumprindo. “Isso mostra que não vale realmente a pena se envolver com coisas ilícitas; a pessoa pensa muitas vezes que conseguirá ficar numa boa, de forma alguma, a prisão de Rafael mostra mais uma vez que o crime de fato não compensa”, colocou o delegado. CN * Repórter Bahia

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